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15 incríveis fotografias dos Jogos Olímpicos de 1908

Imagine uma época em que as mulheres usavam vestidos para o salto em altura e o cabo de guerra era um esporte olímpico. Bem-vindo a 1908; o primeiro ano em que Londres sediou os Jogos Olímpicos e a terceira Olimpíada em que as mulheres foram autorizadas a competir.

Quem deu nome aos planetas do sistema solar?

A mitologia romana é a fonte dos nomes de grande parte dos planetas do nosso sistema solar. Os romanos deram os nomes de seus deuses e deusas aos cinco planetas que podem ser vistos no céu noturno a olho nu.

Qual é a origem da expressão “espada de Dâmocles”?

A expressão “espada de Dâmocles”  origina-se de uma antiga parábola moral, popularizada pelo filósofo romano Cícero, em seu livro, Tusculan Disputationes, escrito no ano 45 a.C.  A versão de Cícero fala sobre Dionísio II, um rei tirânico que  governava a cidade siciliana de Siracusa durante os séculos IV e V a.C.  Embora fosse rico e poderoso, Dionísio era extremamente infeliz. Ele governava com mão de ferro e havia feito muitos inimigos, vivendo atormentado pelo medo de ser assassinado. O pavor do rei era tão intenso a ponto de ele dormir em um quarto cercado por um fosso e só confiar em suas filhas para raspar-lhe a barba com uma navalha.

15 fantásticas fotografias do Zepelin nos céus do Brasil

Os Zepelins tiveram seus primeiros voos comerciais iniciados em 1910 pela Deutsche Luftschiffahrts-AG, a primeira companhia aérea do mundo em serviço comercial e, quatro anos após o início de suas operações, em meados de 1914, a empresa já havia transportado mais de 10.000 passageiros pagantes em mais de 1.500 voos. Após o enorme sucesso do projeto Zeppelin, a palavra Zepelin passou a ser comumente utilizada para se referir a todos os dirigíveis rígidos.

O primeiro Zepelin que chegou ao Brasil foi o Graf Zeppelin D-LZ127, em voo experimental com destino final no Rio de Janeiro. O aparelho tinha 236,6 metros de comprimento e 30 metros de altura, sendo muito maior do que qualquer avião dessa época ou atual. Nesse tempo, a comparação mais comum era com navios transatlânticos, como o Titanic, que era apenas alguns metros mais longo. Nesta postagem levaremos a vocês 15 fantásticas fotografias dos dirigíveis nos céus brasileiros.

22 antigas e raras fotografias das pirâmides do Egito

Hoje, com as facilidades da fotografia, há provavelmente milhões de belas imagens das Grandes Pirâmides de Gizé, no entanto, nesta postagem, vamos dar uma olhada em algumas das fotografias mais raras e mais antigas desses incríveis e misteriosos monumentos do Antigo Egito. Nosso objetivo é mostrar  algumas fotografias das  pirâmides que talvez você nunca tenha visto.

12 fatos (alguns bem estranhos) sobre a vida de Charles Darwin

Todo mundo, em algum momento, já ouviu falar algo sobre Charles Darwin e sua teoria da seleção natural, mas você sabia que, certa vez, o ilustre cientista comeu uma coruja, apenas por diversão? Ou que ele quase não fez a famosa viagem a bordo do HMS Beagle por causa do formato de seu nariz? Eis 12 fatos (alguns um tanto estranhos ) sobre o homem por trás da teoria da evolução!

As civilizações perdidas no mundo de Tarzan

Houve outros autores que escreveram histórias de fantasia sobre a África antes de Edgar Rice Burroughs, o criador de Tarzan, e eles sem dúvida, o influenciaram. O mais importante desses escritores foi H. Rider Haggard, um autor que se especializou em descrições vívidas de cidades perdidas em livros como Ela, a Feiticeira e As Minas do Rei Salomão.

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Burroughs começou a escrever quatro décadas depois de Haggard, mas ainda havia grandes seções da África que não eram mapeadas ou exploradas. Era fácil pensar na existência de grandes civilizações desconhecidas no chamado “continente negro”, e Burroughs deixou a sua imaginação correr solta. Ele criou mais de uma dúzia destes reinos para as aventuras de Tarzan.

Por exemplo, a cidade de Opar é o que resta de um posto avançado da Atlântida antiga. Ela é povoada por homens semelhantes a macacos e por lindas mulheres. Opar também contém uma fortuna fabulosa em ouro e pedras preciosas, todos escondidos dentro da cidade. Tarzan saqueia esse tesouro para reabastecer sua fortuna pessoal. Quanto ao nome, é possível que Opar tenha sido inspirada pela cidade bíblica de Ofir, famosa por suas riquezas.

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Depois, há a Cidade de Deus, uma das criações mais incomuns de Burroughs. O governante deste reino é um cientista britânico, auto-intitulado de "Deus". Ele usa seu conhecimento de genética para colocar a própria mente  no corpo de um gorila. Ele também comanda uma tribo de gorilas com a inteligência humana e as personalidades de Henrique VIII e os membros de sua corte real. É bem possível que este todo-poderoso macaco tenha sido a inspiração para o supervilão da DC Comics, o Gorila Grodd.

Claro, estamos apenas arranhando a superfície. Em Tarzan e os Homens-formiga o nosso herói encontra duas cidades rivais povoadas por seres humanos de 46 centímetros de altura. Em Tarzan, O Senhor da Selva, há um vale habitado por cruzados, encalhados por lá desde o século 12; em Tarzan Triunfante, encontramos uma cidade de fanáticos religiosos epilépticos que vêem seus ataques como um dom de Deus.

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Depois, há Pal-ul-don, uma cidade habitada por dinossauros, e não vamos nos esquecer de Xuja, uma cidade de loucos  que criam leões como gado e adoram papagaios e macacos. Há também Kaji e Zuli, cidades governadas por um mago que usa uma jóia mística para controlar ambas as populações.

Existe também Alemtejo, um perdido posto avançado habitado por descendentes de uma expedição portuguesa do século 15 e por africanos locais. Essa é a única cidade perdida em toda a África de Tarzan, que não é governada por pessoas de pele branca.

Tarzan e a Terra Oca


Tarzan no Centro da Terra

Além dos livros sobre Tarzan, Burroughs escreveu várias outras séries, incluindo o ciclo de romances Pellucidar. Nestas histórias, os aventureiros David Innis e Abner Perry constroem uma máquina de perfuração experimental e descobrem que a Terra é oca e iluminada por um sol interior. Este mundo é habitado por dinossauros, por seres humanos primitivos, e uma grande variedade de raças, inteligentes de não-humanos.

Em Tarzan no Centro da Terra, o homem-macaco e um pequeno grupo de companheiros partem em busca de Innis e Perry. Tarzan usa sua riqueza para financiar a construção de um dirigível especial chamado de O-220. Usando esta enorme máquina voadora, eles viajam através de um buraco gigantesco no Pólo Norte, e passando através do túnel, eles acabam no centro da Terra.

A tese de uma Terra Oca é uma idéia pseudocientífica real que tem sido discutida desde o século 18. Não está claro se Burroughs levou essa ideia a sério, mas ele, certamente a considerou muito útil para sua ficção. Na verdade, este conceito não ficou limitado à Terra. Em seus romances The Moon Maid  e os Homens da Lua, o nosso satélite  também é oco e abriga várias civilizações antigas.

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O últimos samurais - fotos raras do Japão do século 19

A palavra samurai significa “aquele que serve”.  Os samurais surgiram no Japão medieval como guerreiros provinciais e cresceram a ponto de controlar o país a partir do século 12. Sendo os braços que executavam as decisões do shogunato, os samurais ocupavam uma posição de destaque na sociedade japonesa.

Os samurais seguiam um código de honra chamado bushido, influenciado pelo confucionismo e pelo budismo. O bushido enfatizava o destemor marcial, a disciplina e a lealdade, bem como a bondade em geral.

Estas fotos, coloridas a mão, feitas logo após  o Japão ter finalmente aberto as  portas para o comércio internacional, capturam os samurais em seus dias finais. Em 1868, com a restauração da era Meiji e o fim do feudalismo, a classe dos samurais foi proibida e dissolvida.

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O primeiro templo da história

Até recentemente, a visão dominante da história humana era algo assim: Primeiro, éramos caçadores-coletores. Então, em algum momento, nós decobrimos a agricultura, o que nos permitiu acumular excedentes, levando à criação de sociedades complexas e instituições como a religião organizada. Simples, não?

Talvez não. Em 1995, os arqueólogos descobriram o primeiro templo conhecido na história, na Turquia, perto da fronteira com a Síria. Construído há mais de 12.000 anos, Gobekli Tepe é anterior à invenção de tudo, desde a agricultura à cerâmica.

Gobekli Tepe

Para se ter uma perspectiva, Gobekli Tepe tem mais do que o dobro da idade de Stonehenge e é quase 9.000 anos mais velho do que o Primeiro Templo de Salomão. É a primeira evidência que temos da religião organizada em uma escala suficientemente grande para construir grandes monumentos. Gobekli Tepe era extremamente influente. Alguns templos menores, idênticos ao principal, foram encontrados a 200 quilômetros de distância, sugerindo que Gobekli Tepe era o centro do poder em uma sociedade complexa, centrada em torno de uma religião comum.

O mais impressionante de tudo: alguns especialistas sugerem que Gobekli Tepe não foi  construído por causa da mudança para a agricultura, antes, o templo fora o causador dessa mudança. O arqueólogo alemão Klaus Schmidt argumentou que a agricultura surgiu porque os governantes precisavam de uma maneira para alimentar a enorme força de trabalho necessária para construir tão grandes monumentos religiosos, surgindo desse modo a agricultura.

Vou-me embora pra Pasárgada - Manuel Bandeira

“Vou-me embora pra Pasárgada” foi o poema de mais longa gestação em toda minha obra. Vi pela primeira vez esse nome de Pasárgada quando tinha os meus dezesseis anos e foi num autor grego. [...] Esse nome de Pasárgada, que significa “campo dos persas”, suscitou na minha imaginação uma paisagem fabulosa, um país de delícias [...]. Mais de vinte anos depois, quando eu morava só na minha casa da Rua do Curvelo, num momento de fundo desânimo, da mais aguda doença, saltou-me de súbito do subconsciente esse grito estapafúrdio: “Vou-me embora pra Pasárgada!”. Senti na redondilha a primeira célula de um poema [...] - Manuel Bandeira

Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada

Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.

Texto extraído do livro “Bandeira a Vida Inteira”, Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90.

História no poema Vou-me embora pra Pasárgada

- Quem foi Joana, a Louca?

Joana de Castela e Aragão (Toledo, 6 de novembro de 1479 – Tordesilhas, 12 de abril de 1555), também conhecida como Joana, a Louca, foi a Rainha de Castela e Leão de 1504 até sua morte e também Rainha de Aragão a partir de 1516. A partir da união dessas coroas, a Espanha foi formada.

- Existiu realmente uma cidade chamada Pasárgada?

Sim. Pasárgada ou Pasárgadas era uma cidade da antiga Pérsia, atualmente um sítio arqueológico na província de Fars, no Irã, situado 87 quilómetros a nordeste de Persépolis. Foi a primeira capital da Pérsia Aqueménida, no tempo de Ciro II, e coexistiu com as demais, dado que era costume persa manter várias capitais em simultâneo, em função da vastidão do seu império: Persépolis, Ecbátana, Susa ou Sardes. É hoje um Patrimônio Mundial da Unesco.

A construção de Pasárgada foi iniciada por Ciro II, e foi mantida inacabada devido à morte de Ciro em batalha. Pasárgada manteve-se como capital até que Dario III iniciou a mudança para Persépolis.

Saiba mais sobre Manuel Bandeira - o autor de Vou-me embora pra Pasárgada

- Biografia do poeta na Wikipédia
- Documentário: O Poeta do Castelo

40 mil euros para quem decifrar a última mensagem secreta da Segunda Guerra Mundial

Dídac Sánchez, um jovem empreendedor de Barcelona, lançou o desafio para decifrar um código secreto utilizado durante a Segunda Guerra Mundial. E quem conseguir realizar a proeza, recebe uma boa soma: num primeiro momento o premio era de 25 mil euros, mas depois de 2.223 pessoas de mais de 30 países terem fracassado, a recompensa aumentou para os 40 mil euros.

Sánchez criou a empresa 4YEO, especializada em encriptação de mensagens. Ele alega conseguir encriptar qualquer texto, inclusivamente emails, conversas por WhatsApp, Messenger, SMS, Skype ou chamadas telefônicas.

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A mensagem divulgada pela empresa é construída com o mesmo código que foi utilizado na última mensagem por decifrar dos tempos da Segunda Guerra Mundial, que enviada da Inglaterra para a resistência francesa. O concurso foi aberto dia 1 de setembro tendo expirado dia 31 de dezembro. Sem resultados, o prazo foi alargado até dia 30 de abril depois de 372 espanhóis, 224 mexicanos, 219 americanos, 211 britânicos, 176 alemães, 132 austríacos, 115 fraanceses, 78 russos, 55 ucranianos e 43 japoneses, entre várias outras nacionalidades, terem tentado sem sucesso decifrar o enigma.

Se quiser tentar ganhar os 40 mil euros e tentar decifrar uma mensagem aparentemente indecifrável, é só clicar aqui.

Revezamento da tocha olímpica - uma criação nazista

Nenhum momento define melhor os Jogos Olímpicos modernos do que o do revezamento da tocha, um símbolo perfeito da fraternidade e da cooperação internacional. Tudo é glorioso nesse evento, desde o acendimento da chama sagrada em Olímpia, na Grécia, até à sua entrada espetacular no estádio da cidade sede. Esse também era o espetáculo que Joseph Goebbels, ministro alemão da propaganda queria que os espectadores das Olimpíadas de 1936 presenciassem - não para a fraternidade entre os povos, mas para a glória do regime nazista.

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Muitas pessoas não sabem que o revezamento da tocha olímpica é uma invenção nazista. Os antigos gregos disputavam corridas de revezamento que envolvia tochas como parte de sua adoração aos deuses, porém, em nenhum dos jogos modernos antes de Berlim houve o revezamento da chama olímpica. A ideia não foi, na verdade, de Goebbels. Ela foi proposta por Carl Diem, secretário geral do comitê organizador dos Jogos de Berlim e inspirada na chama usada na Olimpíada de Amsterdã em 1928. Goebbels decidiu  usar o revezamento da tocha para  satisfazer a sede nazista por espetáculos e cerimônias. E ele o fez com muita competência.

Na cerimônia de acendimento na Grécia, a chama foi dedicada a Hitler, ao som de uma banda que tocava o hino nazista Die Fahne Hoch. Ao retratar o evento como uma antiga tradição, os nazistas proclamavam-se herdeiros do progresso da civilização ocidental; da Grécia à Roma e finalmente para a Alemanha.

A rota do revezamento da tocha passou pela Tchecoslováquia, onde toda a propaganda nazista que cercava o espetáculo,  induziu alguns membros da minoria étnica alemã a entrar em conflito com os tchecos. Dois anos mais tarde, os nazistas  invadiriam e ocupariam parte da Tchecoslováquia, alegando que a minoria alemã estava em perigo.

Na última etapa do revezamento, somente atletas loiros e de olhos azuis foram autorizados a conduzir a tocha.

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Hitler encontrou ainda outras maneiras para usar o revezamento da tocha como propaganda nazista. O chefe do escritório de esportes do  Reich, Hans von und Tschammer Osten, convenceu-o a patrocinar escavações dos sítios dos jogos olímpicos originais em Olímpia, reforçando ainda mais a imagem da Alemanha como herdeira e zeladora das antigas tradições.

De acordo com o historiador alemão Arnd Krüger, a Companhia Krupp, maior produtora de armamentos da Alemanha, projetou e patrocinou as tochas usadas no percurso entre a Grécia e Berlim. A primeira tocha fabricada foi usada para acender um novo forno para a produção de canhões de longo alcance. A rápida expansão da produção de artilharia da Krupp seria crucial para os primeiros sucessos militares dos nazistas.

Assim como Goebbels planejara, a visão  da chama sendo levada para o estádio por um exemplar da masculinidade ariana, levou os espectadores a concluir que os nazistas eram fortes, mas não brutais. O New York Times informou que a Alemanha mostrou “boa vontade” e “hospitalidade impecável.” A  agência The Associated Press assegurou a seus leitores que os Jogos indicavam paz para a Europa.

O vazio da propaganda nazista foi revelado pelos anos catastróficos da guerra. No entanto, na retomada dos Jogos Olímpicos em Londres em 1948, o revezamento da tocha foi mantido como uma mensagem clara de amizade e paz. Ele ainda continua a ser um símbolo de boa vontade, um legado do nazismo que decidimos valer a pena manter.

Vídeo da Abertura dos Jogos Olímpicos de 1936 em Berlim - [Link patrocinado]